Por Adriano Faleiros.
Não há caminhos sem tropeços,
seguir é ainda mais que fôlego,
é ir ao encontro de si mesmo,
sem chegadas, só recomeços.
Quando cair, aprenda a flutuar,
será mais leve ao se levantar,
o caminho à frente não é reto,
é espiral no DNA ou no planeta,
gira um eixo enquanto vai à frente,
parece desviar, mas leva a gente
orbitando o que somos por dentro,
e seguimos fiéis à nossa essência.

